terça-feira, 13 de março de 2012

cautela no uso de Dorflex e Neosaldina


Farmacêuticos recomendam cautela no uso de Dorflex e Neosaldina
O analgésico Dorflex foi o remédio mais vendido no Brasil, em 2011. Essa é a segunda vez que o produto alcança essa marca; a outra vez foi em 2008. A indústria Sanofi Aventis, responsável por sua produção, faturou R$ 338 milhões com o analgésico.

O presidente do CRF-PI, Dr. Osvaldo Bonfim explica as prováveis causas para o sucesso do produto: “O Dorflex tem dentre seus componentes um analgésico (dipirona sódica) e um relaxante muscular (citrato de orfenadrina), o que se torna uma vantagem frente aos analgésicos comuns. Além disso, é um medicamento de venda livre, não requer prescrição médica”.
 

Apesar da venda livre, o CRF-PI recomenda cautela em seu uso. “Em altas doses, esse medicamento pode causar rápida queda de pressão em pacientes hipertensos e não deve ser utilizados por pacientes com enxaqueca, alergia a qualquer de seus componentes e nem com outros relaxantes musculares”, adverte Dr. Roberto Gomes, vice-presidente do CRF-PI.
 

Roberto Gomes acrescenta que pacientes que fazem uso do medicamento devem ter cuidado ao realizar atividades que requeiram atenção, como dirigir máquinas pesadas, pois o citrato de orfenadrina diminui o reflexo.
 

A Neosaldina, outro analgésico, rendeu R$ 216 milhões para o Laboratório Takeda e ocupou o segundo lugar. Em terceiro lugar ficou o Cialis, medicamento indicado para disfunção erétil e que gerou receita de R$ 204 milhões à empresa Eli Lilly.
 

Os dez produtos mais vendidos em 2011 renderam aos seus laboratórios um lucro de R$ 2 bilhões.
 

*Os dados são do instituto IMS Health.
Fonte: Portal AZ

Um comentário:

  1. carlos montefusco24 de abril de 2012 02:30

    o díficil é convencer o cliente a entender isso.. abordagem é necessário mas mt delicada

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