sexta-feira, 30 de abril de 2010

Anticoncepcionais x antibióticos



Anticoncepcionais x antibióticos

O grande vilão da associação é a Rifampicina, um antibiótico usado contra tuberculose, hanseníase (lepra) e na profilaxia da meningite. É o antibiótico que comprovadamente reduz a eficácia dos anticoncepcionais. Outras classes como as tetraciclinas, metronidazol e derivados da penicilina como amoxicilina e cefalosporinas também podem diminuir a concentração de estradiol. Esse efeito parece ocorrer apenas em um número reduzido de mulheres, mas como não há como saber de antemão quem será mais afetado, deve-se usar métodos contraceptivos não hormonais durante o seu período de uso.

Em relação aos outros antibióticos não existe nenhuma evidência de interação com repercussão clínica.

A dúvida mais comum parece ser a interação da pílula com a azitromicina. Depois de uma revisão cuidadosa da literatura, não encontrei nenhum relato de que a azitromicina interfira no efeito dos anticoncepcionais.

fonte: http://www.mdsaude.com/2008/12/interao-medicamentosa-anticoncepcionais.html#ixzz0mbsh3GE9

quinta-feira, 29 de abril de 2010

VIAGRA - CAIU A PATENTE E LEVANTOU A MORAL

Com a QUEDA da patente do VIAGRA irá ELEVAR as vendas da substância, rrrss
Saiba mais abaixo:


STJ derruba patente do Viagra
Genérico do medicamento poderá ser produzido a partir de junho.
Decisão abre precedente para quebra de patente de outros produtos.
Débora Santos
Do G1, em Brasília

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) derrubou nesta quarta-feira (28) a patente do Viagra, remédio para o tratamento de disfunção erétil. A decisão vai possibilitar a produção do medicamento genérico a partir de 20 de junho deste ano. O julgamento foi interrompido em março devido a um pedido de vista do ministro Luis Felipe Salomão. O laboratório fabricante ainda pode recorrer da decisão do STJ.

saiba mais

Orientação é indispensável, seja o remédio caro ou barato, diz médico Genérico pode custar até 35% menos que Viagra, diz associação Por cinco votos a um, os ministros do STJ aceitaram recurso do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), órgão ligado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, contra decisão anterior que favorecia o laboratório Pfizer, fabricante do remédio, e prorrogava o prazo de vigência da patente até 7 de junho de 2011.

A decisão abre precedente para outros casos semelhantes que chegaram aos tribunais com o mesmo propósito: discutir o prazo de vigência das patentes antes delas caírem em domínio público.

Patentes
A partir de 1996, a Lei de Propriedade Industrial permitiu que patentes expedidas no exterior fossem reconhecidas no Brasil, as chamadas “pipeline”. A validade desse tipo de patente só é reconhecida até o prazo, no qual ela expirar no país de origem. No Brasil, o tempo máximo de vigor de uma patente é de 20 anos.

Essa regra, que leva em consideração a data de expedição da patente no país de origem, tem gerado brigas judiciais sobre o tema. No caso do Viagra, há registro de que a patente foi expedida na Inglaterra, no dia 20 de junho de 1990. Mas teria sido abandonada e o laboratório fabricante alegou que só teria feito o registro válido do produto um ano depois, em junho de 1991, e que no país de origem a patente só será derrubada em junho de 2011.

Em seu voto, o relator do processo no STJ, ministro João Otávio de Noronha, concluiu que a legislação brasileira determina que a proteção dos produtos patenteados pelo sistema pipeline é calculada pelo tempo remanescente da patente original, a contar do primeiro depósito no exterior. Como a primeira patente do Viagra foi depositada na Inglaterra, em junho de 1990.

VAGA FARMACÊUTICO - MARINHA

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Abraços e boa sorte!

terça-feira, 27 de abril de 2010

CUIDADO QUE O PROFISSIONAL FARMACÊUTICO DEVE TER


CUIDADO QUE O PROFISSIONAL FARMACÊUTICO DEVE TER
COM O PACIENTE (CONSUMIDOR) DURANTE A
RESPONSABILIDADE TÉCNICA PROFISSIONAL EM DROGARIAS,
FARMÁCIAS PÚBLICAS, HOSPITALARES E PRIVADAS.
O QUE É ISTO?
Para compreender o mais recente paradigma da função do
profissional farmacêutico no exercício de sua responsabilidade técnica, há
que se entender que nossas atividades profissionais deixaram de estar
baseado apenas no medicamento. De uns anos para cá, a atenção está
essencialmente voltada para o paciente (consumidor) estribada no tripé:
cuidado com o paciente/sistema de administração/filosofia do exercício
profissional tendo como ator principal o paciente.
Para tanto é imprescindível relembrar 6 conceitos básicos.
1. Assistência farmacêutica: conjunto de ações voltadas à promoção,
proteção e recuperação da saúde, tanto individual como coletiva,
tendo o medicamento como insumo essencial e visando o acesso e
ao seu uso racional.
Esse conjunto de ações envolve: a) a pesquisa; b) programação,
aquisição; c) distribuição; d) dispensação; e) garantia de qualidade dos
produtos e serviços; f) acompanhamento e avaliação de sua utilização, na
perspectiva da obtenção de resultados concretos e da melhoria da qualidade
de vida da população.
Observe-se que mesmo visando a melhoria da qualidade de vida da
população, a assistência farmacêutica está centrada basicamente no acesso
e racionalidade do uso de medicamentos.
2. Atenção farmacêutica: prática profissional na qual o paciente é o
principal beneficiário das ações do profissional farmacêutico.
Conjunto de: a) das atitudes; b) dos comportamentos; c) dos
compromissos; d) dos compromissos; e) das inquietudes; f) dos valores
éticos; g) das funções; h) dos conhecimentos; i) das responsabilidades; j) e
das habilidades do profissional farmacêutico na prestação da
farmacoterapia, com objetivo de alcançar resultados terapêuticos definidos
na saúde e na qualidade de vida do paciente.
Note-se que embora sejam dois conceitos de difícil dissociação em
razão das semelhanças de seus objetivos, não é difícil perceber que a
assistência farmacêutica está praticamente voltada (nos mais diversos
aspectos) ao medicamento em si. A atenção farmacêutica com o conjunto
de ações acima elencado, destina suas ações ao paciente; ao consumidor
Na assistência farmacêutica as habilidades do profissional estão
voltadas a qualidade e uso racional do medicamento, exigindo para isso
domínio do conhecimento químico, físico-químico comportamento do
produto sob os mais diversos estresses ambientais.
Na atenção farmacêutica as habilidades do profissional farmacêutico
estão voltadas para o paciente (consumidor) e exige deste profissional
domínio da farmacoterapia (farmacologia, farmacodinâmica, bioquímica,
fisiologia, sociologia farmacêutica etc.) para que os resultados terapêuticos
e com isso a qualidade de vida do paciente seja a melhor possível.
3. Atenção básica, conjunto de ações de saúde, no âmbito individual
e coletivo, que abrange: a) a promoção e a proteção da saúde; b) a
prevenção de agravos; c) o diagnóstico; d) o tratamento; e) a
reabilitação e f) a manutenção da saúde.
A prática da saúde básica é um trabalho em equipe da qual faz parte
o profissional farmacêutico, dirigida a populações de territórios bem
delimitados. Utiliza tecnologias de elevada complexidade e baixa
densidade, que devem resolver os problemas de saúde de maior
freqüência e relevância em seu território. Orienta-se pelos princípios:
a) da universalidade; b) da acessibilidade e da coordenação do
cuidado; c) do vínculo e continuidade; d) da integralidade; e) da
responsabilidade; f) da humanização; g) da equipe e h) da
participação social.
4. Automedicação responsável consiste no uso de medicamento não
prescrito sob a orientação e acompanhamento do farmacêutico.
5. Declaração de Serviço Farmacêutico, documento escrito,
elaborado pelo farmacêutico após a prestação do Serviço
Farmacêutico, previsto na legislação vigente, e que deve ser
entregue ao usuário.
6. Uso racional de medicamentos é o processo que compreende: a) a
prescrição apropriada; b) a disponibilidade oportuna e a preços
acessíveis; c) a dispensação em condições adequadas; e) o
consumo de doses indicadas, nos intervalos definidos e no
período de tempo de indicado de medicamentos eficazes, seguros
e de qualidade.
Por conseguinte, o profissional farmacêutico no exercício de sua RT
deve colocar em prática seus conhecimentos técnicos para uma boa prática
não só da Assistência Farmacêutica, mas também, não deixar de cuidar, em
todos os aspectos de seu paciente, isto é, exercitar a Atenção Farmacêutica,
conhecida nos Estados Unidos como Pharmaceutical Care Practice, que
recebeu a seguinte tradução para o nosso vernáculo: O exercício do
cuidado farmacêutico, cuja obra com o mesmo título foi editada pelo
Conselho Federal de Farmácia, de autoria de Robert J. Cipolle, Linda M.
Strand, Peter C. – Tradução: Denise Borges Bittar (2006).
Significado de “O Cuidado Farmacêutico”.
O cuidado farmacêutico foi definido como o cuidado que um
determinado paciente necessita e recebe, que assegura o uso racional dos
medicamentos e inclui:
a) Determinação das necessidades de medicamentos de um
determinado indivíduo e,
b) A provisão não somente dos fármacos necessários, mas também
dos serviços necessários (antes, durante e após o tratamento)
para garantir um tratamento com eficácia e segurança o que
inclui: a idéia de um mecanismo de resposta como um meio de
facilitar a continuidade do cuidado por aqueles que o promovem.
De uma forma mais genérica “o cuidado farmacêutico” é conceituado
como sendo um exercício em que o profissional farmacêutico assume a
responsabilidade das necessidades do paciente em relação ao emprego de
medicamentos e adquire um compromisso a esse respeito.
Ao assim proceder, o profissional farmacêutico proporciona um
tratamento farmacológico responsável com o propósito de obter resultados
positivos para o paciente.
Observe-se que esse novo paradigma de exercício profissional não
pretende substituir a função do médico e nem de qualquer outro
profissional, mas sim satisfazer uma necessidade uma necessidade do
sistema de cuidados de saúde que surgiu em razão da presença de múltiplos
prescritores de medicação para um único paciente, explosão de produtos
farmacêuticos e de informações farmacológicas presentes atualmente no
mercado, maior complexidade da terapêutica farmacológica, elevado grau
morbimortalidade relacionada com o medicamento e alto custo humano e
econômico dos problemas que estes produzem.
Impossível para um balconista e ao próprio consumidor vislumbrar e
compreender todas essas variáveis. Não estão adequadamente preparados
para entender tais fenômenos complexos adquiridos nos bancos escolares
universitários.
Além do mais, não devemos olvidar que os médicos dispõem cada
vez de menos tempo para estar com seus pacientes, então o tempo
necessário para discernir os potenciais ou reais problemas associados ao
uso de medicamento também está reduzido. A situação complica-se um
pouco mais se levarmos em conta que com frequência os pacientes
consultam vários médicos, criando assim um fator de multiplicação na
“equação”.
Em sendo assim, o profissional farmacêutico, mas não o balconista
de farmácias e drogarias é a escolha lógica para esta missão.
E qual a recompensa desse tipo de exercício profissional?
É pensamento geral que nosso exercício profissional voltado ao
paciente (consumidor) só é recompensado quando satisfazem uma
necessidade social específica, através da aplicação do conhecimento e
habilidades especialistas, proporcionando um serviço que permita atender
os problemas do cliente.
E o resultado esperado?
1. A satisfação do consumidor em se ver respeitado e recebendo a
necessária atenção a sua saúde e bem-estar por parte do
profissional.
2. A satisfação do profissional em ver o progresso e sucesso da
atenção farmacêutica prestada ao seu paciente (consumidor).
3. Relação de fidelidade entre o consumidor, profissional
farmacêutico e o estabelecimento com retorno financeiro ao
proprietário e por conseqüência, ao profissional farmacêutico em
razão do reconhecimento ao inovador serviço farmacêutico.
PRESIDÊNCIA DO CRF-AM

segunda-feira, 26 de abril de 2010

PÓS GRADUAÇÃO - CRF AM


O CONSELHO DE FARMÁCIA comunica a parceria da APRENDER MAIS CONSULTORIA & EVENTOS com a faculdade OSWALDO CRUZ, em Manaus que esta realizando Cursos de Pós-Graduações, Mestrados e Doutorados.
Confira os Cursos atualmente oferecidos.
- Biotecnologia;
- Fisiopatologia & Terapêutica Aplicada;
- Analíses Clinicas e Toxicológicas;
- Gestão em Auditoria e Sistemas de Saúde;

Formulário para inscrição

Para maiores informações: aprendemais@live.com ou ligue (92)3084-5913/8186-9429
Contato:Pollyanna Menezes

sexta-feira, 16 de abril de 2010

HISTÓRIA DA FARMÁCIA


SURGIMENTO DAS BOTICAS

A origem das atividades relacionadas à farmácia se deu a partir do século X com as boticas ou apotecas, como eram conhecidas na época. Neste período, a medicina e a farmácia eram uma só profissão.
Na Espanha e na França, a partir do século X, foram criadas as primeiras boticas. Esse pioneirismo, mais tarde, originaria o modelo das farmácias atuais.
Neste período, o boticário tinha a responsabilidade de conhecer e curar as doenças, mas para exercer a profissão devia cumprir uma série de requisitos e ter local e equipamentos adequados para a preparação e guarda dos medicamentos.
Com um grande surto de propagação da lepra leva Luís XIV, entre outras iniciativas na área da saúde pública, houve a necessidade de ampliar o número de farmácias hospitalares na França. Mais adiante, no século XVIII, a profissão farmacêutica separa-se da medicina e fica proibido ao médico ser proprietário de uma botica. Com isso, dá início na antiga Roma a separação daqueles que diagnosticavam a doença e dos que misturavam matérias para produzir porções de cura.